10-09-2009

Preview Essen 2009: VASCO DA GAMA (manejo recursos, navegación)



Autor: Paolo Mori
Duración: 90 minutos
Tema: navegación y comercio
Mecánica(s): manejo de recursos, colocación de losetas, orden de turno variable, poderes de los jugadores variables, colocación de peones
Número de jugadores: 2-4
Reglas en inglés: http://www.whatsyourgame.it/~whatsy/vdg_eng.pdf

Vasco da Gama | Board Game | BoardGameGeek
"Contratar trabajadores, comprar proyectos, construir naves. Y usar estos barcos para abrir nuevas rutas comerciales a Africa del Este e India, para ganar dinero y gloria.

Este es un juego de manejo de recursos, con un elemento de administración de riesgo, que funciona de esta manera:

Comenzando con el jugador de inicio, cada uno toma un disco numerado (del 1 al 20) y lo coloca sobre el disco de su propio color en una de las cuatro áreas de acción del tablero.

La loseta de Vasco da Gama indica un número: todo lo que esté sobre se número queda libre de costo, todo lo que esté bajo tal cifra tendrá que pagar, por lo que los jugadores deberán considerar esto cuando tomen los discos numerados.

Loseta de Vasco da Gama

Cuando todos los jugadores hayan colocado sus 4 discos, se muestra una modificación a este número de activación, y los discos son ejecutados en orden numérico.

En el área de tripulación los jugadores pueden contratar los tripulates y al capitán, pero esto cuesta dinero.



En cada ronda hay una ventana de naves. El número de la izquierda es la capacidad de navegación de la nave, el de la derecha es la cantidad necesaria de tripulación diferente. Los jugadores eligen un barco, pagan por la tripulación y voltean la ficha a su reverso, mostrando al capitán.

En el área de navegación, el jugador toma su barco y lo ubica en una fila de su elección, pero sin exceder la capacidad de navegación del barco.

La partida dura 5 rondas, tras las cuales el jugador con más puntos gana."
http://www.boardgamegeek.com/boardgame/41002

Extractos de entrevista con el autor---->Dream With Board Games: Entrevista com Paolo Mori

"Como nasceu a ideia que levou à criação do “Vasco da Gama”?
Bom, de facto a criação deste jogo começou por dois diferentes pontos. Eu tinha uma temática que sempre me cativou, a primeira fase das descobertas. Também tinha uma mecânica que poderia ser interessante para um jogo de gestão de recursos. Assim, a única coisa que tive que fazer foi juntar o tema e a mecânica:-). O jogo começou por ser desenvolvido com outro título (focado na Vila do Infante, a legendária Corte do Infante D. Henrique, “O Navegador”, que iniciou a exploração portuguesas da costa africana) e teve o seu primeiro teste durante uma reunião de criadores italianos em 2007. Uns meses depois daquela reunião, chegou a pergunta “Que é feito do teu jogo?” feita pela editora que já tinha lançado o meu primeiro jogo “UR”, que queria agora publicar o jogo.

O que é que pode dizer sobre o jogo?

Tudo o que quiseres saber, apesar de existirem ainda alguns pequenos detalhes que terão que ser afinados antes do jogo ser publicado. O jogo pode parecer um clássico de gestão de recursos. Os jogadores organizam e financiam expedições ao Oceano Índico, comprando projectos, contactando marinheiros e usando a ajuda de personagens influentes. Tudo isto através de uma mecânica muito similar à usada actualmente para selecção de trabalhadores, mas sempre com acções cruzadas que fazem o jogo fluir de uma forma tensa e envolvente para os jogadores.

Os jogadores retiram peças, dum sítio comum, numeradas entre 1 e 20, e colocam-nas em quatro diferentes “áreas de acção”. Depois de cada jogador ter colocado as suas 4 peças, o jogo continua do menor para o maior número. No entanto, em cada jogada, existe um “Número de primeira acção” que é tirado (um número ‘base’ antes de se colocarem as peças e um “modificador” depois de colocadas as peças) e que indica qual a primeira acção que poderá ser executada sem gastar dinheiro. Se se coloca um número baixo, para se poder realizar a acção terá de se pagar a diferença entre o número colocado e o “Número de primeira acção”. Ou seja, se se quiser realmente ser o primeiro a executar a acção terá que se colocar um número baixo, mas o reverso é o facto de ter que se gastar muito dinheiro. É melhor dar um exemplo para tornar isto mais claro. No início de uma jogada, sai um “Número de primeira acção”, por exemplo 10. Se um jogador quiser ser o primeiro na “Área de Expedição” terá que colocar um número baixo naquela área. Imaginemos que coloca o 8. Depois de colocadas todas as peças, imaginemos que sai um “Modificador” “+2”. O “Número de primeira acção” é aumentado, então, de 10 para 12. Como o jogador colocou o “Número de Acção” 8, para realizar a acção terá que pagar 4 moedas.

Como se define a si próprio como criador de jogos?
Não me defino como um criador de jogos… mas adoraria. Ainda tenho uma visão amadora desta paixão. Tenho muitas ideias, mas, na verdade, só uma pequena parte chega á fase de protótipo. E só mesmo uma ínfima parte continua viva até aos primeiros testes. Sou uma espécie de criador de “milhões de macacos”, de muitas ideias novas, às vezes consegue-se que uma decente apareça.

Em que tipo de mecânica prefere focar o processo de desenvolvimento dos seus jogos?
Não tenho nenhuma mecânica preferida. Depende do tipo de jogo que estou a desenvolver. Nesta altura ando a brincar com dados e ver novas formas de os usar. No entanto, há uma coisa que gostaria muito de desenvolver, um bom jogo de diplomacia.

Que nível de sorte considera aceitável num jogo?
Acho que depende do jogo. No primeiro protótipo do Vasco da Gama, por exemplo, usava dados para determinar as acções que seriam permitidas durante cada jogada, tiravam-se cartas de um baralho para verificar se a expedição tinha tido sido bem-sucedida ou não. Era uma forma violenta e muito imprevisível de jogar e poderia ser muito frustrante para um jogo de gestão de recursos. Daí que o factor sorte tenha sido muito mitigado na actual versão do jogo.

Qual o jogo que mais gosta de jogar? Porquê?
Na verdade, não tenho nenhum jogo preferido. É difícil para mim jogar um jogo mais de 4-5 vezes num ano, até porque também gosto de ‘descobrir’ novos jogos e ver as sua partes inovadoras. No entanto, há jogos que gosto sempre de jogar, são jogos que, de alguma maneira, considero ‘elegantes’ na forma de serem jogados: Coloretto, Bohnanza, Samurai, Web of Power, Diplomacy, A Game of Thrones,...

Segue, com especial atenção, algum criador de jogos?
Sigo muitos os criadores italianos que conheço pessoalmente dos encontros de criadores que costumamos organizar, mas também muitos outros que ainda não publicaram qualquer jogo (até agora). Dos estrangeiros, gosto do estilo de Michael Schacht".
http://dreamwithboardgames.blogspot.com/2009/05/entrevista-com-paolo-mori.html

Pre-órdenes http://www.boardgamegeek.com/thread/440549

Decisión actual: en observación de compra, a ver si descubro algún elemento diferenciador interesante que justifique la adquisición. El tema parece un poco repetido.
Tras leer someramente parte de las reglas, lo veo poco elegante, mecánicas innecesariamente complicadas (elección y ejecución de acciones). Será difícil convencerme para comprarlo.

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